“Forma de ser no mundo, dialogar – “pôr-se em questão a si mesmo para progredir em contacto com o outro” - ,não é um acto de vida; tem de ser a vida em ação!”

(Sacramento, M., Frátria, p.159)

“Diz-se que o homem são é o homem adaptado. Mas quem pode adaptar-se ao fascismo senão renegando a sua condição de homem? “

( Sacramento, M., Diário, p.22)