“Quem vier ao diálogo com a verdade já feita, pronta a saltar do banho como a castanha ao lume, não vem assim ao diálogo, mas à catequese ou à polémica.”

(Sacramento, M., Frátria, p.73)

“(…) a História não é um espetáculo a que assistimos, mas um real (condicionado embora) que criamos. Onde o homem se resigna à alienação histórica, quem poderá falar em nome dele?

(Sacramento, M., Frátria, p.106)