“As consciências não são muros, são portas abertas.”

(Sacramento, M., Frátria, p. 45)

“(…) a História não é um espetáculo a que assistimos, mas um real (condicionado embora) que criamos. Onde o homem se resigna à alienação histórica, quem poderá falar em nome dele?

(Sacramento, M., Frátria, p.106)