“Que seria de nós se uma lucidez de apocalipse nos tornasse cônscios de que nada, mesmo nada vale afinal a pena. Sabemo-lo, em qualquer caso, mas temos a força e a liberdade de o negarmos, felizmente.”

(Sacramento, M., Diário, p.21)

“Derrubem o fascismo, se nós não o pudermos fazer antes! Instaurem uma sociedade humana. (…) Aprendam com os erros do passado. E lembrem-se de que nós, os mortos, iremos, nisso, ao vosso lado!

Façam o mundo melhor, ouviram? Não me obriguem a voltar cá.”

(Sacramento, M., Carta Testamento)