“Que seria de nós se uma lucidez de apocalipse nos tornasse cônscios de que nada, mesmo nada vale afinal a pena. Sabemo-lo, em qualquer caso, mas temos a força e a liberdade de o negarmos, felizmente.”

(Sacramento, M., Diário, p.21)

“Se homem não é, assim, um meio apenas de chegar ao céu ou à mesa posta: é um fim em si mesmo.”

(Sacramento, M., Frátria, p.114)