“Que seria de nós se uma lucidez de apocalipse nos tornasse cônscios de que nada, mesmo nada vale afinal a pena. Sabemo-lo, em qualquer caso, mas temos a força e a liberdade de o negarmos, felizmente.”

(Sacramento, M., Diário, p.21)

“Dificilmente se compreendia, com efeito, que a fé separasse os homens no que mais humano intimamente os une: a sua própria condição humana.”

(Sacramento, M., Frátria: Diálogo com os católicos (ou talvez não), p.43)