“Como pode debruçar-se atentamente sobre o sofrimento dos outros quem está em ferida por dentro?"

(Sacramento, M., Diário, p.21)

“(…) a História não é um espetáculo a que assistimos, mas um real (condicionado embora) que criamos. Onde o homem se resigna à alienação histórica, quem poderá falar em nome dele?

(Sacramento, M., Frátria, p.106)