“Sentimentalóide, foi sempre o medo de me esfarrapar em ternura que me criou o complexo de frieza intelectualizada.”

(Sacramento, M., Diário, p.20)

“(…) a História não é um espetáculo a que assistimos, mas um real (condicionado embora) que criamos. Onde o homem se resigna à alienação histórica, quem poderá falar em nome dele?

(Sacramento, M., Frátria, p.106)