“Dificilmente se compreendia, com efeito, que a fé separasse os homens no que mais humano intimamente os une: a sua própria condição humana.”

(Sacramento, M., Frátria: Diálogo com os católicos (ou talvez não), p.43)

“(…) a História não é um espetáculo a que assistimos, mas um real (condicionado embora) que criamos. Onde o homem se resigna à alienação histórica, quem poderá falar em nome dele?

(Sacramento, M., Frátria, p.106)